A ovelha perdida

A Parábola contada por Jesus em Lucas 15:4 a 7 pode muito bem ser aplicada ao contexto da Igreja e o seu trato com irmãos que se afastam da comunhão. Vale ressaltar que na Igreja Cristã todos somos ovelhas e ministros (I Pedro 2:9 e Apocalipse 1:6) e que, portanto, devemos nos cuidar mutuamente. Segundo Jesus, o pastor perdeu a centésima ovelha! Precisamos admitir que por nossa culpa pessoas se afastam, faltando-lhes amor, cuidado, ensino, incentivo e exortação.

1. Jesus é o dono!
O pastor da parábola, consciente da sua responsabilidade, partiu em busca da ovelha perdida até encontra-la. Keneth Bailey, no livro A Poesia e o Camponês, expõe esta parábola com muita profundidade. Ele explica que somente uma pessoa rica teria um rebanho desta proporção e que uma família normal teria entre 5 e 15 ovelhas. Portanto, aquele pastor não era dono dos animais, mas comissionado e responsável diante do dono. Era obrigação daquele pastor encontrar o animal, ou o que sobrasse dele, para então prestar contas ao patrão.

2. O tempo urge!
Outro fator a destacar é a urgência da missão pastoral. Ao perceber a ausência de um dos animais, o pastor prontamente partiu em sua busca. O texto diz que deixou as 99 no deserto, o que era normal numa situação destas, face a emergência e a existência de outros pastores para auxiliarem no cuidado do rebanho. Quanto mais tempo ocorresse, mais ameaçadora se tornava a situação da ovelha e menores as possibilidades dela ser encontrada viva.

3. Motivo de festa.
Jesus contou que ao encontrar a ovelha perdida o pastor ficou cheio de regozijo, ainda que tivesse que carregar a ovelha nos seus ombros. Ao chegar em casa convocou os amigos e vizinhos a se alegrarem com ele pelo retorno da ovelha perdida. No versículo 7, Jesus completa que há festa nos céus, quando uma ovelha desviada se arrepende e retorna à comunhão do aprisco.

4. Mãos à obra!
Deus há de nos dar graça para buscamos as diversas ovelhas que se encontram longe. Haveremos de celebrar com muita alegria as restaurações de vidas que ocorrerão.

Paulo Rogério Petrizi

www.ejesus.com.br

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