Alcançando vitórias inatingíveis

Quem é o seu Senaqueribe? Senaqueribe era para o povo de Judá um problema insuperável. Enfrentar o poderoso rei da Assíria e todo o seu vasto exército e permanecer vivo era algo semelhante a obter uma vitória inatingível.

Todos nós temos em nossas vidas, sonhos ou desejos que tornaram-se tão distantes de nossa realidade que passaram a ser tratados como algo inatingível. Por volta dos 45 anos de idade as pessoas passam por uma crise, que a psicologia chama de crise da meia idade. Nesta fase o sujeito começa a rever seus sonhos juvenis, a olhar a sua realidade e comparar o que sonhava com o que obteve. Muitos nesta crise passam a vivenciar este fator das vitórias inatingíveis. Sonhos que tornaram-se pesadelos, projetos que jamais serão concretizados, e vitórias que humanamente tornaram-se inalcançáveis e impossíveis.

Todos nós temos lutas, batalhas e situações que extrapolam, que vão além das nossas possibilidades, que transcendem os nossos recursos. Há áreas em nossas vidas em que muita gente diz: “Ah! Nem Deus dá jeito!” outros dizem: “quanto a esse assunto, entreguei para as almas…é caso perdido!”

Assim era o momento histórico pelo qual o Rei Ezequias e toda Judá passavam. O exército Assírio, o mais poderoso de todos os reinos daquele tempo chegara para destruir o pequeno reino de Judá. Algumas estimativas dão conta de que o número dos soldados de todo o exército assírio, era maior do que toda a população do reino de Judá. Senaqueribe, o rei da Assíria jamais havia perdido uma batalha contra seus inimigos.

Debochado, arrogante, pretensioso, Senaqueribe envia cartas a Ezequias proferindo insultos terríveis (v.14 e 17) contra Deus e a fé deste povo. Vencer Senaqueribe e todo o seu exército era algo inimaginável para o pequeno reino de Judá. Nesta época, o Reino de Israel, nação irmã e vizinha já havia sido conquistada e parte dela destruída. Como vencer ? O que fazer diante destas situações inesperadas, imprevisíveis e inatingíveis ?

Deus concedeu a Ezequias uma vitória tremenda. A narrativa deste texto poderia ser parafraseada como sendo a vitória de Davi contra Golias do ponto de vista comunitário e nacional. Um povinho insignificante recebe do Senhor uma vitória inatingível, inesquecível e pouco sonhada (v. 21-22).

O CONTEXTO:
Esse texto se passa em um período em que Ezequias era o Rei de Judá. O reino de Davi e Salomão já havia sido dividido. O reino do Norte que seguiu Jeroboão ficou conhecido como o Reino de Israel. Este era maior, mais forte e com mais tribos (cerca de 10). O reino do sul, que tinha como capital Jerusalém, ficou conhecido como Reino de Judá. Era pequenino. Insignificante do ponto de vista bélico e populacional. Era um Reino de reis que em grande parte eram tementes a Deus. Reis que buscavam servir ao Senhor. Nem todos, mas Ezequias era um destes homens comprometidos como Senhor!

Senaqueribe vinha anexando terras ao Reino da Assíria. Era o grande comandante. Vitorioso e poderoso. Sua fama de imbatível insuflavava a sua arrogância ainda mais. Porém, o que é magnífico neste texto é a vitória que Deus concede a sua gente. O que é lindo nesta passagem é ver que Deus dá vitórias inimagináveis ao seu povo. Esta vitória não aconteceu devido a qualquer virtude do povo, mas unicamente por Deus.. Creia nisso, porque crer nisso é crer na Palavra de Deus! (v. 21-22). Todavia, o texto nos faz pensar em algumas questões importantes para aqueles que desejam alcançar vitórias inatingíveis em sua caminhada:

1. A VITÓRIA VEM PARA UM POVO COMPROMETIDO COM A FIDELIDADE

– Lutas todas as pessoas tem sejam elas:

  • Boas ou Ruins
  • Fortes ou Fracas
  • Ricas ou Pobres
  • Jesus nos ensinou que as tempestades vêm para todos! Quem tem casa

Todavia, aqueles que ousam buscar um compromisso em fidelidade com Deus, esses recebem recursos ilimitados. Deus abençoa, Deus ajuda, Deus socorre, Deus abre portas onde só há caminhos fechados…. pois Deus é fiel!

Isso não é teologia da retribuição. São promessas do Senhor para um povo que paga o preço da lealdade ao Senhor. Israel já havia caído ao ataque de Senaqueribe. Judá foi poupado!        Fidelidade trás no seu bojo recursos ilimitados: Deus enviou um anjo… apenas um anjo!       E a crise estava resolvida!

ILUSTRAÇÃO 1:Um crente possuía um comércio.Os irmãos na Igreja sabiam disso e procuravam prestigiar comprando em sua loja. Para alguns, o comerciante deixava pagar com cheque pré-datado ou mesmo dando tempo maior para pagamento. Para outros, também da Igreja, somente aceitava negociar com pagamento à vista.
Alguém se sentiu ofendido com a maneira separatista e logo foi reclamar com o pastor. Este, por sua vez, querendo apaziguar a situação, procurou o irmão comerciante logo perguntando: “Por que o irmão faz acepção entre os irmãos da Igreja na sua loja?”, ao que o senhor respondeu: “Eu não faço acepção. O que eu faço é o seguinte: à medida que alguém vem na minha loja, no momento do pagamento eu vou para o telefone que fica em outra sala. Ligo para o tesoureiro da Igreja e pergunto se aquele irmão é dizimista ou não. Se for, faço qualquer negócio. Se não, só à vista!”   .
“Mas por que?” insistiu o pastor. “É muito simples: se ele não é fiel a Deus, nada garante que ele será fiel a mim…  “.

ILUSTRAÇÃO 2: A FLOR DA HONESTIDADE (Flor Rara)

Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula :
– Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu :
– Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio :
– Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de “cultivar” algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc…
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se
preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.
Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
Então, calmamente o príncipe esclareceu:
– Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor
– Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam .

2. A VITÓRIA VEM PRA QUEM TEM DISPOSIÇÃO AO TRABALHO (v.2-4)

O Texto nos mostra que diante das oposições, nem Ezequias, nem o povo entrou em inércia, em apatia, em letargia e desilusão. Em 2 Reis 6, quando havia o cerco da Síria sobre Samaria e a fome reinava de maneira irremediável. O rei ao ser abordado por 2 mulheres que haviam cozido uma criança…revela toda sua desesperança e desilusão.

- ILUSTRAÇÃO: Um garotinho de seis anos chorava em um canto da casa. A mãe foi atendê-lo:
— Que aconteceu, meu filho?
— Acabei de aprender a amarrar o cadarço.
— Então, parabéns. Isso é ótimo!
Sendo mãe sábia, ela elogia o menino e comemora a sua vitória:
— Você está mesmo crescendo, hein? Mas me diga, por que você ainda está chorando?
E lá vem uma resposta reveladora:
— É porque agora eu vou ter que fazer isso pelo resto da minha vida
.

Tem gente que deseja vitórias, todavia desanima com as oposições, queda-se diante das adversidades, prostra-se no primeiro problema. Quem tem coragem para lutar, para trabalhar, recebe de Deus a vitória. Foi assim o milagre de Eliseu na casa da viúva cujos filhos seriam levados para saldar dividas. Eliseu ordenou-lhe se desejasse ver o milagre em sua vida, que fosse à luta. Que buscasse vazia, que pedisse emprestadas, que sobre elas despejasse o azeite, que depois vendesse o azeite, pagasse os credores e vivesse do restante. O sobrenatural de Deus associado ao natural do trabalho do homem.

ILUSTRAÇÃO: Fundador da Honda

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seus negócios, empenha sua casa e as jóias da esposa.

Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende o padrão de qualidade exigido.

O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de “louco”.

O homem fica ofendido? Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara finalmente fecha contrato com ele.

Seis meses depois, vem a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa.

Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!

Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar alimentos para sua família.

Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não!

Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro…

Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística! Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

Em nossas vidas… Quantos de nós, desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas? Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por um sonho e valores consistentes.

Tome a decisão de um vencedor… Jamais desista!!!

– Neemias deixou o palácio de Susã para trabalhar em Jerusalém. Seu coração o movia a isso. A obra era grande. Refazer os muros demoraria pelo menos 6 meses. Os adversários jogavam contra, de dentro. Mas Ele trabalhou com coragem: (Neemias 2.18; 4.6; 4.15 a 17 e 6.15).    O Muro foi refeito em 52 dias… aleluia…..

3. A VITÓRIA VEM PRA QUEM FECHA AS BRECHAS AO INIMIGO (v.5)

A despeito do potencial bélico de Senaqueribe, o povo de Judá liderado por Ezequias foi a luta. Resolveram tapar as fontes que poderiam alimentar os inimigos. Fecharam as brechas nos muros para evitar surpresas desagradáveis. Ezequias entendia a necessidade de não dar brechas aos inimigos.

Jesus ministrando aos discípulos disse da necessidade de vigilância, de atenção, de não dar ocasião à carne: “Vigiai e Orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”.

Sansão é um triste exemplo de quem fora levantado por Deus para ser um servo poderoso nas mãos do Senhor. Um juiz, um libertador de Israel. Todavia, cedeu aos encantos de Dalila. Brincou com o inimigo e tornou-se escravo dos filisteus. Tornou-se motivo de zombaria e chacotas. Cegaram seus olhos e o reduziram a uma condição humilhante. Brincou com o inimigo, não fechou as brechas.

4. A VITÓRIA VEM PRA QUEM ACIMA DE TUDO DEPENDE DE DEUS; TEM EM DEUS A SUA SUFICIÊNCIA (v. 7 e 8)

- ILUSTRAÇÃO: Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações.
Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.
Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana    .
Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI     neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais:

“Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças”.
Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê.
Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para   conhecer a sua irmãzinha.
“Eu quero cantar pra ela”, ele dizia.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até           o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI            .
Entretanto, Karen decidiu.
Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito.
Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali  .
Mas Karen insistiu: “Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!”
Então ela levou Michael até a incubadora.
Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.
Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz
pequenininha:
“Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro…” (Sunshine)
Nesse momento, o bebê pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou.
Karen encorajou Michael a continuar cantando.
“Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol   embora…”
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebe foi se tornando suave.
“Continue,querido!”, pediu Karen, emocionada   .
“Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços…

” O bebê começou a relaxar. ”
Cante mais um pouco, Michael.
” A enfermeira começou a chorar.
“Você é o meu sol,o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro…
Por favor, não leve o meu sol embora…”
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi       para casa.
O Woman’s Day Magazine chamou essa história de:
O milagre da canção de um irmão.
Os médicos chamaram simplesmente de milagre.
KAREN CHAMOU DE MILAGRE DO AMOR DE DEUS    .

Um dos episódios mais lindos da vida de Sansão aconteceu quando de sua batalha contra o exército filisteu, tendo nas mãos apenas uma queixada de jumento. Cerca de 1000 soldados foram derrotados naquele dia. Após inominável vitória, Sansão, extenuado, esgotado, afadigado cai ao chão. Prestes a morrer de sede ele clama a Deus. Porque Deus lhe deu tamanha vitória e logo depois permite que ele se veja impotente diante de uma sede mortal ? Para que entendesse a necessidade de dependência de Deus em todo tempo. Não só quando das grandes lutas, mas nos momentos das necessidades mais básica.

CONCLUSÃO:

Você pode estar vivendo dias que mais parecem com pneus arriados. Com sua bateria descarregada. São tantas oposições, inúmeras lutas, infindáveis batalhas, que as vezes a gente arria!
Você pode estar passando dias de indignação, afinal de contas, você tem buscado em seu coração, ser fiel ao Senhor. Deus conhece a disposição do seu coração, mas só dá errado, tudo parece piorar…
Você pode ter entrado aqui abatido com o tamanho do gigante que você tem pela frente. O seu Golias, ou o Senaqueribe, ou a enfermidade, ou o desemprego, ou aquela crise conjugal…. são muito maiores que seus recursos para fazer frente e vencê-los.
Quero te dizer uma coisa nessa hora:
Deus é o Deus do impossível. Deus pode te dar a vitória! Paulo escreveu isso aos irmãos de Éfeso: “aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória…para todo o sempre” (Ef 3.20-21)

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