“Todo mundo tem medo de mudança, no entanto é a única coisa que traz o progresso”. Depois do computador, ninguém mais quer uma máquina de escrever (os fabricantes devem ter ficado furiosos); depois do fax, acabou-se o telégrafo (alguém deve ter saído no prejuízo); a modernização dos bancos trouxe desemprego, é verdade, mas ninguém quer voltar ao que era. Não podemos dizer que tudo o que é antigo é ruim, mas tudo o que hoje é antigo um dia foi novo. Segundo a mente humana o vinho quanto mais velho, melhor, mas o texto de João 2:2-10 (as bodas de Cana) mostra que o vinho novo de Jesus era melhor do que o vinho velho da festa. Deus é um Deus de coisas novas: Ele faz novas todas as coisas, Suas misericórdias se renovam a cada manhã e é Ele quem nos faz novas criaturas. O novo de Deus sempre vem pra melhorar.
Mas se o novo de Deus é melhor, por que alguns ainda preferem o velho? – Em I Samuel 18:6-10, Davi representa o novo, o espontâneo, a superação do velho em quantidade e qualidade. Saul representa o velho, que não aceita o novo, que tem medo de perder o reinado para o novo e que tem inveja do novo. Existem alguns possíveis motivos pelos quais alguns preferem o velho ao invés do novo:

1• Há alguns que preferem o velho por gosto ou preferência pessoal. Eu não gosto assim e pronto. Tem gente que até hoje só bebe café em caneca de alumínio. Tudo bem, mas será que todo mundo tem que beber também?

2• Há alguns que se acomodaram ou se acostumaram ao velho. Tem um ditado que diz que se mudar a cor do capim, o burro morre de fome;

3• Há aqueles que se beneficiam do velho de alguma forma, talvez pelo estilo de ministério que têm ou pelo controle que exercem através do sistema já existente;

4• Há alguns que têm medo do novo porque outros fracassaram. Até certo ponto o zelo é bom, mas já imaginaram quantas pessoas caíram até o primeiro avião levantar vôo? Ainda bem que não desistiram de tentar;

5• E há aqueles que não querem o novo porque são contra tudo mesmo. Diz um ditado que quem não tem opinião própria acaba sempre contrariando a dos outros.

Conclusao
Quem não quer o novo e faz oposição sem se importar se é de Deus ou não, com rebeldia obstinada, acaba abrindo a porta para entrada do diabo. O obreiro velho (Saul) sentiu tanta raiva e inveja do obreiro novo (Davi) que ficou endemoninhado. Não adianta: por mais que resistamos, o velho acaba sendo superado pelo novo!
O desafio que temos pela frente, e estamos conseguindo em muitos setores, é transformar a ênfase da Igreja de PROGRAMAS para VIDAS. Sejamos odres novos para receber o vinho novo de Deus! O VINHO NOVO SÃO AS COISAS NOVAS QUE DEUS QUER FAZER E O ODRE NOVO PODE SER TANTO UMA VIDA RENOVADA, COMO UMA ESTRUTURA ECLESIÁSTICA RENOVADA.

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