Jesus e o Pai Celestial

Continuamos em nossa caminhada não só proclamando “Mais de Cristo”, mas também experimentando e vivendo essa verdade. No mês de julho vamos abordar sobre o tema “Jesus e a dimensão espiritual” e nesse domingo vamos compreender um pouco mais sobre a relação de Jesus e o Pai Celestial.
A vida terrena de Jesus Cristo nos mostrou que ele foi verdadeiro homem. No evangelho de Mateus, primeiro livro do Novo Testamento, temos uma narrativa acerca de fatos ocorridos na vida de Jesus, sua genealogia, seu nascimento virginal como filho de Maria e outros mais que atestam que como homem em tudo foi semelhante a nós.
No entanto, percebemos muitos contrastes em sua vida, tanto provas da sua inteira humanidade, como da sua perfeita divindade. Logo após o seu batismo algo incomum aconteceu: os céus se abriram, o Espírito Santo desceu e por fim uma voz do céu proclamou fatos nada corriqueiros e naturais que acarretaram um grande impacto na vida e no ministério de Jesus.
1. O Pai do céu faz uma grande afirmação:
“Este é o meu filho amado, em quem me agrado” (Mateus 3.17 – NVI). Embora Jesus nunca tivesse tido intimamente dúvidas de quem de fato era a declaração pública do Pai a seu respeito veio atestar sua origem celestial. Em sua humanidade, ele era filho de Maria, em sua deidade, era filho de Deus Pai. Essa afirmação vinda dos céus fez toda a diferença na vida de Jesus, e após esse fato ele inicia seu ministério com a convicção de que o mundo saberia que toda a sua força e autoridade vinham do alto.
2. Uma afirmação que traz uma grande identificação:
“Quem me vê, vê ao Pai” (João 14.9b – NVI). O sobrenatural abriu espaço para a declaração de amor do Pai que estava longe (no céu) ao Filho que estava na terra provocando a certeza de que ele teria condições de viver a dimensão espiritual dos céus mesmo estando encarnado. Essa declaração foi reafirmada na transfiguração: “Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mateus 17.5). Tal fato não o limitaria apenas ao natural, muito pelo contrário, a partir disso Jesus estabeleceu um modelo a ser seguido e profetizou que faríamos coisas maiores do que ele fez (João 14.12).
3. Essa identificação promoveu grandes atuações:
Identificado com o Pai celestial Jesus enfrentou e venceu o deserto, a fome, a sede e, sobretudo, Satanás (Mateus 4.1-11). Ensinou com autoridade, curou os enfermos, libertou os cativos com um poder jamais visto na terra. Muitas outras coisas ainda poderíamos citar a respeito do desempenho de Cristo e do seu ministério terreno frutífero e abençoado. Com afinco Jesus demonstrou em todo o tempo que o reino de Deus traz consigo um poder sobrenatural capaz de alcançar grande multidão.
Jesus deixou claro que é possível viver em uma dimensão espiritual totalmente conectada ao Pai e ao Espírito Santo, sendo assim, cabe a nós vivermos a nova identidade como filhos de Deus, assim o sobrenatural será algo natural em nossas vidas.
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