Ás vezes choramos
Às vezes choramos por causa das pessoas ou pelas situações em que estamos envolvidos.
Ora choramos pela perda ou pela decepção com os que nos cercam, ora choramos porque a vida não acontece conforme os nossos planos e conforme o desejo do nosso coração.
As Páginas Novas
- Acorde! – disse uma vozinha fina.
Tommy acordou e sentou-se. Ao pé da cama viu um menino da sua idade, todo de branco, como neve fresca. Tinha os olhos muito brilhantes e olhava direto para Tommy.
- Quem é você? – perguntou Tommy.
Coragem para reparar erros
Há uma máxima que diz: “Errar é humano”, o que não deixa de ser uma grande verdade. A Bíblia diz que todos nós erramos, cometemos pecados.
Chamados para frutificar
As videiras crescem em toda a palestina. Todo o ano, os agricultores podam os ramos para que as arvores produzam frutos de alta qualidade. O ramo que não dá fruto é considerado inútil, e as videiras improdutivas são radicalmente cortadas. Os galhos cortados são destruídos, pois não servem para nada.
Valores que não podem ser esquecidos
A sociedade moderna busca uma alternativa para atenuar a desigualdade social, fome, violência. Isto porque chagamos ao caos social, urbano e humano. O ser humano se tornou: Amoral. Individualista. Irreconciliáveis.
Da morte Ele traz vida
Refletir sobre o tema “DA MORTE ELE TRAZ VIDA”, me faz lembrar, obrigatoriamente, de um dos grandes poetas brasileiros: João Cabral de Melo Neto. Este pernambucano do Recife, primo de Manoel Bandeira, e Gilberto Freyre escreveu a obra poetizada – Morte e Vida Severina, que apresenta a fuga de um sertanejo da miséria, da fome e da morte.
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