Ajuntando tesouros

Há uma lenda de um homem que escapou de um naufrágio para uma ilha. Ao entrar em uma cidade foi levado para palácio, pelos habitantes e coroado rei. Explicaram-lhe que era costume do povo fazer assim com aquele que entrasse por aquela porta da cidade ao meio dia naquela data de cada ano.

Vivia explêndidamente, mas lembrado de que podia assim continuar somente um ano, chamou seus conselheiros, os quais lhe informaram que ao completar o ano, tinha de embarcar em uma canoa para uma ilha além do horizonte, ilha sem habitantes e deserta.

“O povo obedecerá a qualquer ordem minha?” perguntou o rei. “Sim, até findar o ano,” responderam seus conselheiros. Então o rei ocupou-se durante o resto do ano mandando construir casas e fazer todas as provisões para seu conforto e seu sustento na ilha onde tinha de passar o resto da vida.

Essa lenda é uma pálida ilustração de como Cristo nos previne para ajuntarmos todo o possível nos céus agora, onde iremos morar para sempre.

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