Confiando no pai

 


Alguns meses atrás nossa família foi para uma piscina. Eu estava no fundo da piscina e minha filha de quatro anos, Savana, veio descendo até a parte rasa da piscina. Ela não sabia nadar, mas, ela usava bóias nos braços.


 Savana desceu para a piscina e assim que entrou na água ela disse “Pai, estou com medo. Quero ir até onde você está”.


Eu achei engraçado a ingenuidade dela e disse “Savana, é muito mais fundo aqui onde eu estou”.


Ela disse, “Não me importo. Eu quero ir até onde você está”.


“Tudo bem, venha,” eu disse.


Ela começou a nadar estilo “cachorrinho”, atravessando a piscina, um metro, dois metros, três metros, até quatro metros de profundidade. Quando ela chegou perto, ela se agarrou ao meu pescoço, e o olhar dela de pânico se transformou em alívio. Ao lado do pai dela ela sentiu-se segura, e fez pouca diferença para ela quão profundas ou perigosas as águas ao nosso redor.

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