Curando as feridas

Todo mundo guarda algum tipo de mágoa.
As feridas estão presentes em nossa vida e são conseqüências de muitos males: doenças, morte, infidelidade conjugal, violência verbal e física, traição de uma amizade, abandono familiar, dependência das drogas e do álcool, e muitas outras.
Causadores ou vítimas, a verdade é que as feridas existem e nos machucam profundamente.
As agressões que sofremos abrem feridas em nossa alma.
Pilatos “mandou açoitar a Jesus”.
Os judeus normalmente mandavam aplicar 40 chicotadas.
Os fariseus puniam com 39.
Mas os romanos não tinham limites.
A vítima ficava à mercê do algoz.
O chicote era de cabo inflexível, com tiras trançadas de couro, com pedaços de ossos e chumbo nas pontas.
Cada açoite atingia ombros, costas e pernas, dilacerando a pele.
Os tecidos subcutâneos eram atingidos, dando início a um gotejamento de sangue das veias dos músculos.
Contusões grandes, profundas e doloridas surgiam, deixando o tecido ferido e sangrento.
O historiador Eusébio, do terceiro século, assim descreve o suplício: “As veias do condenado ficam expostas e o mesmo acontece com os próprios músculos, tendões e vísceras da vítima”.
Pedro sabia o que era ter feridas na alma, por isto escreveu: “Pelas suas feridas fostes sarados”.
Pense: A ferida da alma precisa ser curada pelo perdão, pela vontade de mudar e de fazer o bem.


Leia: 1 Pedro 2.23-25
Neste momento ore assim: Senhor Jesus, Tu és o médico da minha alma e eu sou um pecador doente que necessita de saúde divina. Cura minhas feridas, expostas e sangrentas, por meio do Espírito Santo de Deus. Amém!

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