Aos extremos da Terra

Precisamos ter consciência das circunstâncias em que vivemos como crentes em Jesus Cristo e entender que entramos numa batalha espiritual ao aceitá-lo como Senhor. A ação dos crentes traz a reação das forças das trevas. Há muitos desafios e obstáculos a serem vencidos e destacamos quatro:

1- DESAFIO INTERNO – Os primeiros discípulos e crentes foram desafiados a ir a todo lugar pregar o evangelho. Primeiro tinham que se dar a si mesmos e assim obedecer ao IDE de JESUS. Tinham de vencer o EU. Este desafio não era somente para aquela época. Todos nós crentes o herdamos.

2- DESAFIO DAS PERSEGUIÇÕES INSTITUCIONAIS – Vem das autoridades constituídas. No início do cristianismo as arenas e os martírios dos romanos. Ao longo do tempo os governos ditatoriais. A revolução francesa. Bíblias queimadas. O comunismo (70 milhões de mortos, a maioria cristãos). A “teocracia” árabe, entre outras.

3- DESAFIO DAS PERSEGUIÇÕES RELIGIOSAS – Começando pelos próprios judeus, o catolicismo no Ocidente e os ortodoxos no Oriente. As várias religiões orientais. Os induistas, os muçulmanos. O ódio pelos cristãos em muitos lugares. A História registra estes segundo e terceiro desafios. Hoje, no Brasil, não trazem maiores preocupações, mas em muitos países são armas terríveis contra nossos irmãos.

4- DESAFIO DO SATANISMO – Mais do que nunca, as forças das trevas se levantam contra os crentes (2Ts 2.4). O fim está próximo. De forma sutil se infiltram nas igrejas. Rituais e doutrinas satânicos encontram-se por toda parte. Para este desafio a ordem dada é vigiar e orar. Não cair nas ciladas e laços do maligno (1Co 10.12).

O primeiro desafio merece a nossa maior atenção. É o nosso desafio! A oportunidade que Deus nos dá de sermos servos úteis, pois para isto fomos escolhidos. Se não podemos ir, podemos enviar outros em nosso lugar.
Conta-se que um moço estava sentado à beira de um rio por algum tempo. Veio a noite e ali dormiu, sem sair do lugar. Dia seguinte, um homem que o observava, perguntou-lhe “porque você está aí parado há tanto tempo? Ao que o moço respondeu: “estou esperando o rio passar para atravessar para o outro lado”!
Pode parecer engraçado. Mas talvez seja o que muitos crentes estão fazendo. Nada mais agradável que estar na casa do Senhor, adorando e louvando-O, na comunhão uns com os outros, no nosso conforto, sentados à beira do nosso rio. Certamente alegra o nosso coração e a nossa alma.
Podemos imaginar o rio como o tempo. Está passando e a noite vem, quando ninguém pode trabalhar (Jo 9.4), e muitos vão ficar do outro lado porque não saímos de nosso lugar para buscá-los. Ficamos contemplativos e indiferentes ao destino do nosso próximo, levados pelas correntezas infernais.
A graça de Deus pode bastar a nós, mas não basta a Deus, se a retivermos só para nós (Ecl 11.2). Somos chamados para repassá-la e não para retê-la.
Se formos úteis e fiéis estaremos levando CRISTO AOS EXTREMOS DA TERRA.

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