Abre o olho, irmão.

Esse texto mostra o contraste do espiritual com o humano, revelado na atitude de Eliseu comparada com a de 3 pessoas diferentes: o rei da Síria, o moço de Eliseu e o rei de Israel.
Exórdio: A traíra cega e o cego que atravessou o outro cego.

1. Revelação espiritual x revelação humana – (vs. 8-12).

O rei da Síria, que não era crente, estava acostumado a espionar os povos vizinhos para saber de seus planos. Por isso pensou logo que Israel tinha um espião entre os siros. Ele jamais poderia imaginar que Deus mesmo revelava para o seu povo, através de Eliseu, os planos inimigos. Quando não temos visão espiritual, acabamos nos valendo de informações de outras pessoas para tomarmos decisões e quantas vezes “quebramos a cara”, por confiar mais nisso do que na orientação espiritual que poderíamos receber diretamente de Deus.

2. Cegueira espiritual x cegueira humana – (vs. 15-20).

A segunda parte nos mostra 2 tipos de cego: o que não vê, como os siros e o que vê, mas não vê, como o moço. A cegueira física daqueles siros os impediu de ver onde estavam indo, e por isso caíram nas mãos de seus inimigos, mas a cegueira espiritual do moço o impediu de ver Deus, o que é muito pior. A cegueira física nos imputa limitações, mas a cegueira espiritual nos afasta de Deus, como em Ezequiel 12:2 “Filho do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem OLHOs para ver e NÃO VÊ, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque eles são casa rebelde”. Esse texto mostra mais uma vez a posição do PODER DO HOMEM, do PODER DO INIMIGO, e do PODER DE DEUS. Na parte mais baixa estava o povo de Deus, logo acima estava o exército inimigo, porém acima de todos estava o exército de Deus. ALELUIA! O moço de Eliseu ficou desesperado com a presença de tantos inimigos. A cegueira espiritual só nos permite ver o tamanho do problema. Aí ficamos apavorados diante das dificuldades. O moço estava apavorado, mas Eliseu estava tranqüilo, porque ele via a Deus presente com seu exército naquela situação.

3. Atitude espiritual x atitude humana – (vs. 21-23).

Quando aqueles siros, cegos, se apresentaram indefesos ao rei de Israel, a primeira coisa que ele pensou foi em mata-los. Chegou quase a pedir: “posso mata-los, pai?” Mas o homem de Deus não pagou o mal com o mal. Deu pra eles um banquete, mostrou o amor e o poder de Deus pra eles, e isso fez com que durante o tempo daquele rei não houvesse mais guerra com Israel.

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