Adoração celestial – 1

Nos capítulos 4 e 5 de Apocalipse, encontramos a narrativa de um culto celestial que nos deve servir de modelo. Vejamos algumas lições desta visão de João para nossas celebrações coletivas:

A adoração é resultado de um chamado de Deus (4.1). Deus convidou João para ver o que acontecerá no céu. Somos convidados a ver sua glória e a adorá-lo. Não aceitar este convite é desperdiçar uma oportunidade que é sempre única.

Na adoração, o adorador é arrebatado pelo Espírito Santo (4.2). João declara que o Espírito tomou completo domínio sobre ele. Na adoração há entrega total. Não há como querer adorar sem se submeter. Uma tentativa de adoração limitada por quaisquer meios humanos é qualquer coisa, menos adoração.

Na adoração há visão da glória e majestade de Deus (4.3-7). Necessariamente a glória e majestade de Deus são vistas, reverenciadas e mencionadas em um momento de adoração. A compreensão de que tal glória é completamente diferente do que podemos experimentar hoje é necessária para continuar a adorar.

Há compreensão do poder e da santidade de Deus (4.8-11). Em adoração, o ser humano compreende seu estado ao comparar-se com o poder e a santidade de Deus. Diante de tal poder e santidade não há como não se reconhecer indigno de participar da celebração da glória de Deus.

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