Água ou Pedra

(JO 7:37-38 e 8:1-11)

INTRODUÇÃO:
– O sentimento de justiça que o ser humano possui é distorcido por causa da sua inabilidade em julgar corretamente todas as coisas, principalmente por causa do seu pecado.
– A despeito deste fato, há um continuo julgar de nossa parte para com aquelas pessoas que cairam em alguma falta, seja de qual natureza ela for. O nosso julgamento é quase sempre impiedoso.
– O texto de hoje nos apresenta um modêlo de compaixão e compreensão das misérias do ser humano. Deveríamos tê-lo para vivermos uma vida mais justa e agradável a Deus.

I. A MISÉRIA HUMANA

A. Uma vida árida e destituida do verdadeiro sentido da existência (7:38-9).
– Um sentimento de secura interior que denota uma insatisfação com a vida que não é natural.

B. Uma vida infeliz que procura preencher os vazios com o que não é lícito.
– Uma mulher foi surpreendida em adultério

C. Uma vida desgraçada que somente encontra satisfação nas misérias do próximo.
– São pessoas como os fariseus e publicanos que ficam a espreita de todos, procurando um oportunidade para acusá-las. Encontram plena satisfação na desgraça do próximo.

D. Uma vida religiosa com aurea de divina mas que esconde o ministério da morte em suas ações.
– Mestre, a lei de Moisés… Você concorda ou discorda da mesma?

II. A SABEDORIA DIVINA

A. Um convite
– Quem tem sede, venha a mim e beba.
– Eu Jesus tenho o poder de mudar o interior desta pessoa. De transformá-la naquilo para a qual foi criada.

B. Um perdão
– Mulher, onde estão aqueles teus acusadores?
– Eu tão pouco te condeno, vai, e não peques mais. Eu não concordo com as ações que você realizou, mas lhe dou uma nova oportunidade. Agora reconciliada, vá viver a vida que Deus planejou para você. Encontre no seu Senhor a real alegria e satisfação.

C. Uma pergunta impertinente
– Vocês que são tão bons em procurar pessoas que estão caídas pelas sargetas da vida, vocês não tem nenhum pecado semelhante ao desta mulher?
– A vida de vocês está isenta de tropeços? Cristo censura os hipócritas que são lenientes com os seus pecados e severos com os pecados dos outros (Calvino).
D. Um mandamento de execução
– Os que aqui estão livres de qualquer erro, cumpram com a sua religiodade e matem a esta mulher como manda a lei de Moisés, pois os acusadores, segundo esta mesma lei, são aqueles que devem executar a sentença.
– A condenação da religião frívola, destituída da compaixão divina não serve para Jesus.

CONCLUSÃO
1. Se a sua justiça excede a de Deus, apanhe as pedras.
2. Se a sua religião é sem nenhuma mancha, seja o primeiro a executar a sentença de morte.
3. Se as suas misérias são tantas e você não sabe como restaurá-las, aceite a água da vida
4. Uma ou outra atitude determinará o curso da sua vida já neste mundo e principalmente no mundo vindouro.
5. O que será para você: água ou pedra?

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