As duas faces do consumo.

O ser humano tem necessidade de consumir Gn.3:21.
Como processa esse impulso de consumo no ser humano Gn.3:6.
Todos são passivos de necessidades Fl.4:19.
O consumo é tão antigo quanto o ser humano. Ele veio à existência por meio do homem, ou seja, o consumismo esta intrinsecamente no ser humano.
É errado o pensamento de que o consumo é objeto dos demônios. E que há alguma influencia negativa por trás dele. Pensar assim, coloca em cheque a criação de Deus. Pois Deus criou a raça humana com a capacidade de consumo.Gn.1:29.
O consumo faz parte da dinâmica da vida humana, sem ele, o ser humano não conseguiria sobrevive, e enquanto houver pessoas na terra ele estará presente.
Não adiante a pessoa querer se enclausurar para tentar fugir do consumo, porque o consumo não vem de fora para dentro, mas, de dentro para fora, ou seja, o consumo esta intrinsecamente na pessoa. O único meio racional para fugir do consumo é a morte.

1.O conceito de consumo e consumismo:

Consumismo, é o ato exagerado de consumir. Consumo, é necessidade subjetiva de consumir empregando no ser humano pelo senhor Deus na criação. Gn.3:21.
Em todas as paginas da Bíblia Sagrada estão repletas de referencia acerca dessa necessidade do ser humano.Fl.4:19;Mt.6:31-33.

2. Como se processa o impulso de cosumir no ser humano.

O impulso de consumo é um meio de sobrevivência que Deus implantou no ser humano ao cria-lo. Os nossos primeiros pais; Adão e Eva, foram auto-suficientes em fazer uso deste impulso para garantir-lhes a sobrevivência.Gn.3:6.
Este texto de Gêneses, define de maneira esclarecedora como se processa esse impulso de consumo nas pessoas.
Vendo a mulher a árvore. Os olhos são responsáveis por aquilo que a pessoa deseja. Há um dito popular que é cabível aqui: “O que os olhos não vêem o coração não sente”. Quase todo desejo por alguma coisa tem o seu inicio através do olhar. Os olhos são quem ilumina o corpo.Mt.6:22.
Era boa para si comer. Os olhos funcionam como janelas do corpo, que reflete o objeto visto à alma, e esta por sua vez, processa o reflexo aguçando o desejo pelo o objeto refletido, ficando assim, todo o ser preparado para possui-lo.
Agradável aos olhos. Interessante observar que, os olhos que funcionam como janelas da alma, ao refletir o objeto na alma, a alma devolve a informação aos olhos dizendo que tal objeto lhe interessa ou não.
Deus, na sua infinita sabedoria, projetou o ser humano com os mínimos detalhes necessários para sobrevivência; nele foram colocados cinco sensores poderosos que detecta os objetos do mundo exterior e fazendo-lhes reais no mundo interior, que decidirá se aceita ou não aquele objeto projetado. Por isso, que o homem e a mulher são chamados obra prima da mão de Deus.

3. O consumo como meio de sobrevivencia.

Ao criar o homem e a mulher, e formar o universo, Deus queria que suas criaturas tivessem capacidades de explorarem todas as belezas expostas à sua volta.
Isso só poderia acontecer mediante um impulso que os levassem a sentir a necessidade por aquilo que fosse detectado pela sua visão. Deus então impregnou neles o impulso do consumo. Impulso este que garante a permanência da vida humana na terra.
Na verdade a raça humana depende de constante consumo para sobreviver:
consome oxigênio para manter as células do corpo vivas;
consome energia para manter o corpo em movimento;
consome alimentos para repor as energias que o corpo gasta;
consome vestimentas para cobrir o corpo e mente-lo aquecido; e outros consumos.
Só existe uma condição em que o ser humano não consome nada , quando está morto.

4. Quando o consumo torna-se uma ameaça para o nomem e a mulher.

O homem e a mulher são os pontos de equilíbrio para coisas que Deus criou. Isto vale dizer que não é o ser humano criado para as coisas, mas, as coisas foram criadas para o ser humano.
Este mesmo principio aplica-se ao impulso de consumo. O consumo tem que achar na pessoa um equilíbrio, porque se não, o que foi criado para beneficiar a existência do ser humano, revertera-se em ameaça a sua existência.
A Bíblia apresentam situações esclarecedoras de pessoas que não souberam ser comedidas com esse impulso do consumo, e acabaram trazendo para si e para os que estavam ao seu redor resultados negativos e dolorosos.
Rei Salomão.2 Cron.10:4 e 14. O consumismo do reinado de Salomão, provocou a divisão do reino de Israel.
O filho Pródigo. Lc.15:13-16. Este moço, também não sob lidar com o impulso de consumo e gastou tudo que possuía e o resultado foi péssimo para ele. Tornou-se pacificadoras de porcos.
Deus quer que, tanto o homem quanto à mulher, sejam os pontos de referencia do seu projeto de criação, que eles saibam usar de tudo que lhes foram concedidos sem causar-lhes nenhum prejuízo.
O consumo x marketing:
O marketing, inteligentemente descobriu o impulso de consumo que está impregnado nas pessoas, e logo criou ferramentas que lhe auxiliasse na exploração delas.
A propaganda. Que explora os sentidos áudio-visual;
A forma imperativa das mensagens. Do tipo compre, faça, vista, beba etc;
As propostas de compras. Com prazos a perder de vistas;
A televisão. Que tem por objetivo de atingir os dois sensores mais importantes do ser humano que são: A audição e a visão. Esses dois sensores juntos são responsáveis por mais de 70% do que aprendemos.
Segundo Augusto Cury , especialista na área da psicologia, As empresas aproveitam para vender seus produtos exatamente no horário dos noticiários, porque quando o ser humano ver e ouvi sobre uma tragédia, o seu emocional abala-se e a mente da pessoa fica suscetível a gravar às mensagens vista ou ouvida. Esses horários da televisão são caros.
Existe uma idéia difundida entre os crentes, que tem que ser ignorada, é a que diz que o ser humano é instigado pelo diabo a consumir. O diabo não tem nada a ver com o consumo do ser humano.
O que acontece é que o marketing inteligentíssimo, descobriu no ser humano essa necessidade, e passou utilizar dela para consumir os seus produtos.

Compartilhe a BençãoEmail this to someone
email
Print this page
Print
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on Facebook
Facebook
Share on LinkedIn
Linkedin

Comentários

comments

Contribua com sua opinião