Confiança em Deus.

Ler os versos (23-33; 34-37; 43-45) – No meio do desafio, das dificuldades e do ataque do inimigo, David possuía:

1. Compreensão precisa da realidade vivida:

23 Estando Davi ainda a falar com eles, eis que vinha subindo do exército dos filisteus o duelista, cujo nome era Golias, o filisteu de Gate; e falou as mesmas coisas que antes falara, e Davi o ouviu. 24 Todos os israelitas, vendo aquele homem, fugiam de diante dele, e temiam grandemente, 25 e diziam uns aos outros: Vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar a Israel. A quem o matar, o rei o cumulará de grandes riquezas, e lhe dará por mulher a filha, e à casa de seu pai isentará de impostos em Israel. 26 Então, falou Davi aos homens que estavam consigo, dizendo: Que farão àquele homem que ferir a este filisteu e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo? 27 E o povo lhe repetiu as mesmas palavras, dizendo: Assim farão ao homem que o ferir. 28 Ouvindo -o Eliabe, seu irmão mais velho, falar àqueles homens, acendeu-se-lhe a ira contra Davi, e disse: Por que desceste aqui? E a quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Bem conheço a tua presunção e a tua maldade; desceste apenas para ver a peleja. 29 Respondeu Davi: Que fiz eu agora? Fiz somente uma pergunta. 30 Desviou-se dele para outro e falou a mesma coisa; e o povo lhe tornou a responder como dantes. 31 Ouvidas as palavras que Davi falara, anunciaram-nas a Saul, que mandou chamá-lo. 32 Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá e pelejará contra o filisteu.33 Porém Saul disse a Davi: Contra o filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu és ainda moço, e ele, guerreiro desde a sua mocidade.

David ouviu, fez perguntas, inquiriu, insistiu na compreensão precisa da situação.

Temos compreensão da batalha na qual estamos envolvidos?

Deus pode estar permitindo que estejamos envolvidos em situações pacíficas, como David apascentava ovelhas – mas uma guerra está acontecendo e podemos ser atingidos por ela com todas as suas dificuldades, violência e desafios.

Temos a percepção que subsistimos no meio dos inimigos de Deus?

Sabemos discernir as suas provocações?

Nos assustamos com as ameaças e com as situações vividas?

2. Construção do presente, em cima das vitórias passadas:

34 Respondeu Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; quando veio um leão ou um urso e tomou um cordeiro do rebanho, 35 eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca; levantando-se ele contra mim, agarrei -o pela barba, e o feri, e o matei. 36 O teu servo matou tanto o leão como o urso; este incircunciso filisteu será como um deles, porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo.37 Disse mais Davi: O SENHOR me livrou das garras do leão e das do urso; ele me livrará das mãos deste filisteu. Então, disse Saul a Davi: Vai-te, e o SENHOR seja contigo.

David havia guardado em seu coração todos os livramentos procedentes da mão de Deus em sua vida – o leão e o urso.

Estamos esquecendo de como a mão de Deus nos trouxe até ele?

Estamos relembrando os seus livramentos passados?

Estamos submersos nas dificuldades do presente cegos à operação do poder de Deus?

Não nos apercebemos que na medida do nosso esquecimento cresce o desespero, a frustração e as incertezas quanto ao nosso futuro?

3. Confiança irrestrita no poder de Deus:

38 Saul vestiu a Davi da sua armadura, e lhe pôs sobre a cabeça um capacete de bronze, e o vestiu de uma couraça. 39 Davi cingiu a espada sobre a armadura e experimentou andar, pois jamais a havia usado; então, disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o usei. E Davi tirou aquilo de sobre si. 40 Tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco pedras lisas do ribeiro, e as pôs no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão; e, lançando mão da sua funda, foi-se chegando ao filisteu. 41 O filisteu também se vinha chegando a Davi; e o seu escudeiro ia adiante dele. 42 Olhando o filisteu e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era moço ruivo e de boa aparência. 43 Disse o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para vires a mim com paus? E, pelos seus deuses, amaldiçoou o filisteu a Davi. 44 Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas-feras do campo. 45 Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.

David não precisou das armas comuns para o inimigo que aparentava tanta superioridade.

David não foi irresponsável, utilizou as armas que estava acostumado a manusear.

David não se intimidou com o desprezo, com a afronta, com a maldição.

David foi à batalha confiando no Senhor dos Exércitos.

Temos realmente confiado em Deus?

Quais as armas que estamos acostumados a manusear? A nossa luta é contra principados e potestades, estamos treinados e versados na “Espada do Espírito”?

Temos nos acovardado, perante as dificuldades?

Temos confiança irrestrita em Deus?

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