É Tempo de Agir

I. INTRODUÇÃO
A. Os anseios de uma geração em busca de sinais miraculosos e como Jesus responde a essas buscas.
B. As dúvidas dos discípulos e como Jesus responde a elas.

II. UMA RESPONSABILIDADE QUE É NOSSA
A. Em Mc 6.34, relata que Jesus ao encontrar com a multidão, de todos teve compaixão, porque eram como ovelhas que não tinham pastor.
B. Ato seguinte, Jesus passa a ensinar muitas coisas à multidão.
C. Em todas as narrativas, é chegada a tarde e a multidão faminta precisa:
1. Ser alimentada,
2. Ser despedida.
D. No Evangelho de João, Jesus sugere dispensar a multidão para provar os seus discípulos. Nos outros evangelhos são os discípulos que abordam Jesus solicitando que ele mande o povo embora.
E. Neste momento Jesus dá-se o seguinte diálogo entre Jesus e os discípulos:
1. “Despede a multidão, para que, indo às aldeias e campos circunvizinhos, se hospedem e achem alimento; pois estamos aqui em lugar deserto” (Lc 9.12).
2. “Iremos comprar duzentos denários de pão para lhes dar de comer?” (Mc 6.37).
3. “Quantos pães tendes? Ide ver!” (Mc 6.38).
F. O que podemos aprender aqui?
1. O cristianismo moderno é passivo: “Peça a Deus”; “Deus tem que fazer, eu ordeno, eu decreto”.
2. Não diga que não é possível enquanto você não esgotar todos os recursos naturais. “É deserto?”; “Está escurecendo”; “Não temos dinheiro para tantos pães!”.
3. Quantos pães tendes? Ide ver! É nossa responsabilidade. Deus nos deu inteligência e olhos para ver…

III. UM MILAGRE QUE É DIVINO
A. André destaca-se entre os discípulos: “Está ai um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos” (Jo 6.9).
B. Cinco para cinco mil é muito pouco. Devemos pensar melhor e dispensar a multidão enquanto é tempo! É o raciocínio mais lógico. Esgotamos os nossos recursos.
C. “Fazei o povo assentar-se!” (Jo 6.10). Uma ordem que somente pode ser obedecida quando exercitada a fé.
D. “Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil. Então, Jesus tomou os pães e tendo dado graças…” (Jo 6.10).
E. O que podemos aprender aqui?
1. Quando Deus nos manda olhar ao redor em busca dos recursos, não menospreze aquilo que aparentemente é insignificante: “Esta ai um rapaz”. André procurou entre cinco mil homens e encontrou em um menino o começo daquilo que seria um grande milagre.
2. Apresente ao Senhor o que você tem e jamais diga para o Senhor de todas as coisas: “Mas isto que é para tanta gente?”
3. Os maiores milagres de Deus têm um início pequeno e humilde: Do nada criou os céus e a terra; de um povo escravizado formou a grande nação de Israel; e o menino que nasce na manjedoura vem a ser o Salvador do mundo.
4. Não diga: “Eu não posso ou não é possível quando você está na presença do Rei dos reis e do Senhor dos Senhores”.

IV. UM RESULTADO QUE É GLORIOSO
A. “Distribuiu entre eles, quanto queriam”. Filipe havia dito que com duzentos denários, cada um receberia um pouco.
B. Recolheram os pedaços que sobraram, e encheram doze cestos de pães. Quem sabe um para cada discípulo que não havia pensado em Jesus como o recurso último para aquela situação.
C. O povo declara: “Este é, verdadeiramente, o profeta que devia vir ao mundo” (Jo 6.14).
D. O que podemos aprender aqui?
1. Aquilo que Deus faz, ele o faz de maneira suficiente e abundante. “ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós…” (Ef 3.20).
2. Os milagres de Deus começam com a nossa obediência. Em todos os relatos do NT, Jesus pergunta: “Você crê?”; “Você tem disposição para obedecer o que eu vou lhe dizer?”
3. Todos os milagres apontam para Jesus e não para os milagres.

Conclusão
A. Hoje é tempo de crer e obedecer!
B. Os recursos de Deus já estão entre nós… Ide ver!
C. Mas jamais diga para Deus: O que é isso para tantos? Pois a primeira vez que isso foi lhe dito ele tão somente multiplicou cinco pães para cinco mil homens e mais as mulheres.

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