Por quê os relacionamentos nos levam a maturadidade espiritual?

1º RAZÃO: A MATURIDADE ESPIRITUAL NÃO É AUTOMÁTICA , É CONSTRUÍDA NOS RELACIONAMENTOS.
A pessoa que deseja crescer na sua vida cristã precisa decidir e se comprometer com o seu próprio crescimento. Continuem trabalhando com respeito e temor a Deus para completarem a salvação de vocês. Pois Deus está sempre agindo em vocês para que obedeçam à vontade dele, tanto no pensamento como nas ações.( Fil. 2:12-13). O nosso caráter é formado por ações práticas e por hábitos diários que revelam o nível de esforço e de disciplina que dedicamos ao nosso crescimento espiritual.

2º RAZÃO: A MATURIDADE ESPIRITUAL NÃO É DE NATUREZA INSTANTÂNEA, MAS É UM PROCESSO QUE SE DESENVOLVE AO LONGO DA NOSSA VIDA CRISTÃ NO CONVÍVIO COM OS IRMÃOS (Fl. 1:6).
Nenhuma reunião, ou qualquer outro tipo de atividade cristã produz em nós maturidade instantânea. A maturidade vem através de um processo que envolve tempo, idas e vindas, altos e baixos, até chegarmos a um nível estável, que nos capacita a cooperarmos com o crescimento espiritual das pessoas com as quais convivemos. Portanto, a maturidade espiritual envolve uma jornada que tem início, meio e fim: Desse modo todos nós chegaremos a ser um na nossa fé e no nosso conhecimento do Filho de Deus. E assim seremos pessoas maduras e alcançaremos a altura espiritual de Cristo (Ef.4:13), ou seja, ganhamos o caráter de Cristo.

3ª RAZÃO: A MATURIDADE ESPIRITUAL NÃO É MEDIDA PELO QUE SABEMOS, MAS PELAS INTERAÇÕES NO CONVÍVIO COM OS IRMÃOS.
Nem a habilidade para discutir doutrinas, nem as manifestações dos dons espirituais são sinais de maturidade de vida cristã. Na Igreja de Corinto havia muitos irmãos cheio de sabedoria doutrinária e outros cheios de dons, entretanto, Paulo escrevia à eles como a crianças, porque viviam brigando uns com os outros. (I Cor.3:1).
O nosso caráter, as nossas decisões, a nossa conduta, revelam que tipo de fé, ou conjunto de doutrinas abraçamos. Se o que cremos não se concretiza numa prática de vida coerente “com-formada” ao caráter de Cristo, a nossa fé é inútil. Mas alguém poderá dizer: “Você tem fé, e eu tenho ações.” E eu respondo: “Então me mostre como é possível ter fé sem que ela seja acompanhada de ações. Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações. Existe entre vocês alguém que seja sábio e inteligente? Pois então que prove isso pelo seu bom comportamento e pelas suas ações, praticadas com humildade e sabedoria.(Tg. 3:13)”. O conhecimento sem a prática é pecado. Portanto, comete pecado a pessoa que sabe fazer o bem e não o faz. (Tg. 4 :17) O conhecimento incha , mas o amor edifica.( I Cor. 8:1).

4a RAZÃO: A MATURIDADE NÃO SE DÁ NO ISOLAMENTO, MAS ATRAVÉS DOS RELACIONAMENTOS.
Deus não nos colocou no mundo para vivermos isolados, sua natureza interativa se revela no fato de Ele ter dado uma companheira para Adão, uma auxiliadora com a qual Adão pudesse compartilhar os bens graciosamente recebidos de Deus. Eva está para Adão como Cristo está para a Igreja (Ef.5:22-23). Nessa perspectiva, Cristo nos convoca para convivermos uns com os outros na Igreja ( Hb. 10:24- 25). Assim, o relacionamento de um com o outro não é uma opção, é um mandamento bíblico. Aqueles que não estão em comunhão com os irmãos estão em pecado. Se andamos na luz temos comunhão uns com os outros ( I Jo. 1:8).

CONCLUSÃO: Sabemos que o crescimento vem através da oração pessoal e comunitária, do meditar e do estudar a Palavra de Deus e através do nosso convívio uns com os outros, a fim de que possamos colocar em prática o que aprendemos, ou seja, a maturidade espiritual que adquirimos. Portanto, viver no isolamento é uma demonstração de que não queremos crescer. Na nossa Igreja temos três caminhos através dos quais a interatividade espiritual e comunitária pode ser desenvolvida: Os cultos para a Celebração, a Escola Bíblica Dominical para o estudo e o aprofundamento do conhecimento Bíblico e os Grupos Pequenos para praticar o que apreendemos.

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